De acordo com Pacheco, serão apresentadas a Lula três ideias. A primeira é de aferição do valor total da dívida, com uma avaliação sobre o índice de correção, na intenção de reduzir o montante devido. A segunda é a federalização dos ativos do Estado, e não a entrega à iniciativa privada. Na lista, estão a Companhia Energética Minas Gerais (Cemig) e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig).

O terceiro item do plano conta com a disposição da União em receber créditos que iriam para Minas Gerais, como o recurso decorrente de ação judicial ou de acordo envolvendo o desastre de Mariana. A proposta é que, em vez desse crédito ir para a conta estadual, que seja destinado à União para abatimento do valor da dívida, e que o recurso seja revertido em investimentos para MG.

Pacheco disse que já conversou informalmente com o presidente da República sobre essa proposta paralela, e que o petista mostrou boa vontade em resolver a situação. Mas que somente agora, com o aval dos líderes do Legislativo estadual, haverá uma apresentação oficial para discussão. O plano deve, ainda, passar por avaliação de Zema.


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