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Após a confirmação da paralisação de professores das escolas particulares de Belo Horizonte, e de cerca de outras 400 cidades mineiras, para a próxima terça-feira (24), uma instituição de ensino da capital já suspendeu as aulas que aconteceriam nessa data. A medida pode ser replicada em outras escolas.

A Escola da Serra, localizada no bairro de mesmo nome, na região Centro-Sul de BH, enviou um comunicado aos pais e responsáveis informando sobre a suspensão das aulas. De acordo com a instituição, no total, são 34 professores que lecionam durante todos os turnos do dia.

O Sindicato dos Professores de Escolas Particulares de Minas (Sinpro-MG) informou que a paralisação da categoria não vai interferir no funcionamento das instituições, que podem realizar atividades recreativas com os estudantes. Outra opção é a substituição – nesse dia – do corpo docente que não trabalhar.

Já o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinepe-MG) disse que, até o momento, nenhuma das cerca de 400 escolas afiliadas entraram em contato para informar a suspensão das aulas na próxima terça (24).

No entanto, o Sinepe-MG afirmou que é possível que outras escolas suspendam as atividades no dia da paralisação. Apesar disso, o sindicato sugere que “as instituições podem se reorganizar internamente, substituir professores e fazer o ajuste para cumprir, com outras atividades, aquelas que podem ser prejudicadas nessa circunstância”.

O sindicato patronal também informou que acompanha de perto o processo de negociação com o movimento grevista, envolvendo profissionais da educação e gestores.

A direção pedagógica da Escola da Serra disse que a paralisação é um direito dos professores, mas que não planejou a possibilidade de substituir o corpo docente que vai aderir ao movimento. A escola informou ainda que as aulas serão repostas posteriormente.

Paralisação

Na próxima semana, professores de escolas particulares de Belo Horizonte e municípios de abrangência da Convenção Coletiva de Trabalho definiram que irão paralisar as atividades na terça.

Dentre outras reivindicações, o Sinpro-MG alega que os donos de escolas querem reduzir o valor do adicional por tempo de serviço, alterar férias e recessos e acabar com as bolsas de estudos para parcela expressiva da categoria.


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