Durante o Grito dos Excluídos deste ano, o candidato do PSTU à Prefeitura de Belo Horizonte, Wanderson Rocha, reforçou a ideia de que a soberania e independência do Brasil só podem ser alcançadas quando houver uma ruptura com a atual concentração de riqueza e poder. Rocha destacou que mais de 70 bilionários controlam grande parte dos recursos do país, enquanto a maioria da população sofre com desigualdade e pobreza. Segundo ele, essa concentração extrema de riqueza inviabiliza a soberania real, pois coloca os interesses da elite acima dos da população trabalhadora.
Rocha também apontou que o Brasil está submetido ao capital estrangeiro, o que limita a capacidade do país de tomar decisões que beneficiem sua própria população. A dependência econômica em relação a investimentos e decisões externas enfraquece ainda mais a autonomia brasileira, impactando diretamente a classe trabalhadora e os setores populares.
Para Rocha, a única solução para essa situação é a organização da classe trabalhadora e dos movimentos populares. Ele defendeu que, com um projeto independente e classista, baseado na mobilização popular, é possível romper com esse sistema. Sua proposta central é a construção de um governo socialista dos trabalhadores, que represente os interesses da maioria, em oposição aos governos que, segundo ele, priorizam as elites econômicas e o capital estrangeiro.
Wanderson Rocha ressaltou que, sem mobilização e um projeto político independente, o Brasil continuará à mercê da concentração de riqueza e da submissão ao capital externo. Ele convocou os trabalhadores e os movimentos populares a se organizarem para lutar por um país soberano e verdadeiramente independente, onde os interesses da maioria prevaleçam.
A mensagem de Rocha é clara: somente com organização popular e um governo dos trabalhadores será possível reverter o cenário de desigualdade e alcançar uma independência genuína para o Brasil.

