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Aos 42 anos, o tenente da Polícia Militar do Amapá, Cleber dos Santos Santana, perdeu a vida na frente do filho, ainda criança, durante uma briga de trânsito no Centro de Macapá. O caso, ocorrido em fevereiro deste ano, aconteceu por intolerância de um major da reserva da PM, em um modus operandi parecido com o da tragédia desta terça-feira (26), em BH, onde um delegado tirou a vida de um motorista no Complexo da Lagoinha.

Levantamento feito pelo jornal com base em matérias jornalísticas de 11 veículos de imprensa mostra que o Brasil registrou ao menos 16 tragédias do tipo só neste ano – número que já inclui o fato desta terça em BH. Esses atos de intolerância no trânsito resultaram em 18 mortes.

Os óbitos estão divididos por 13 Estados: Minas Gerais (o caso de BH), Santa Catarina (São Bento do Sul), Goiás (Itapaci), Bahia (Candeias), Paraná (Cascavel e Goioerê), São Paulo (Ribeirão Preto), Rio Grande do Norte (Natal), Rio Grande do Sul (Canoas e Torres), Espírito Santo (Serra e Guarapari), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Ceará (Barbalha), Amapá (Macapá) e Amazonas (Manaus).

A tragédia com mais vítimas aconteceu em Barbalha, no Ceará. Uma discussão de trânsito terminou com três mortos, após uma briga por conta de um carro estacionado na via, impedindo a passagem de outro. Houve uma troca de tiros e três homens, entre eles um jovem de 18 anos, perdeu a vida, segundo informações do G1.

No Rio, a intolerância tirou a vida de Rogério Neris dos Santos, de 47 anos. Ele bateu a cabeça no meio-fio e perdeu a vida, após levar um soco na cara. Ele fazia sua última entrega de frutas do dia, conforme informações .


Paola Tito

editor

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