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A chuva de meteoros Delta Aquáridas deve ficar mais visível nesta sexta-feira (29), e atingir seu pico no início da manhã de sábado (30), conforme a agência espacial americana (Nasa). Em condições ideais, será possível ver cerca de 20 “estrelas cadentes” por hora. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra passa pelo rastro de detritos empoeirados deixados por um cometa.

A Delta Aquáridas, que entrou em atividade em meados deste mês, chega ao fim no dia 21 de agosto. Ela é mais visível no Hemisfério Sul. Como os meteoros dela são mais fracos e difíceis de visualizar, a Lua pode atrapalhar o espetáculo. Na sexta-feira, 29, porém, o satélite natural passa da fase nova para crescente, ou seja, ainda não estará muito visível da Terra

Para quem quiser melhor visualizar a chuva de meteoros, a Nasa tem duas dicas: se afastar das luzes dos centros urbanos e paciência. Conforme a agência, em menos de 30 minutos no escuro, os olhos se adaptam e você começa a ver meteoros. “O show durará até o amanhecer, então você terá tempo de sobra para dar uma olhada”, aponta.

O ponto de referência para visualização é a constelação de Aquário – de onde os meteoros parecem vir. Suspeita-se, explica a Nasa, que os detritos espaciais dessa chuva são originários do cometa 96P/Machholz.

Segundo a Nasa, mais de 40 toneladas de material meteorítico caem na Terra diariamente. Quase tudo é vaporizado na atmosfera da Terra – os meteoros -, deixando um rastro brilhante, que é popularmente conhecido como “estrela cadente”. Os meteoros que sobrevivem ao impacto da atmosfera terrestre são chamados de meteoritos.

Isso significa que todas as noites vários meteoros e seus rastros brilhantes podem ser vistos. Às vezes, o número aumenta drasticamente. A esses eventos dá-se o nome de chuvas de meteoros.


Paola Tito

editor

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