Por Mauro Ferreira

Ainda associada primordialmente à humanista canção Trem bala (2016), Ana Vilela amplia o repertório autoral com a safra inédita do álbum Melhor que ontem. Programado para entrar em rotação na sexta-feira, 2 de junho, Melhor que ontem é o segundo álbum da cantora e compositora paranaense, cuja discografia é dominada por singles e EPs.

No disco, gravado de dezembro de 2022 a fevereiro de 2023 no estúdio carioca Boris, sob direção artística de Diego Vivas, Ana Vilela apresenta onze inéditas composições autorais gravadas com os toques dos músicos Bira Trombone (trombone), Dayson Eller (baixo), Igor Nascimento (bateria), Lamir Teixeira (sax e flauta), Lucas Roje (violão), Márcio André (trompete), Nalberthy de Paula (teclados) e Thalles Moura (guitarra).

Parte das músicas foi composta por Ana Vilela em parceria com Rizzih e Vitor Conor, casos de Aflora, Dialeto secreto, Premissa e Quem me conhece sabe. Em Frissom, o trio de compositores recebeu a adesão de Diego Vivas. Já Do Jeito que você deixou é somente de Ana com Rizzih.

Sozinha, Ana Vilela assina a música-título Melhor que ontem, Flying cars e Cármica, canção inspirada no amor feliz vivido com Amanda, companheira da artista.

Mergulho (Carolina Marcondes Fraga, Rizzih e Vitor Conor) é a única música do álbum Melhor que ontem sem a assinatura de Ana Vilela.


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