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Com a aliança com o PT concretizada, o pré-candidato a governador, Alexandre Kalil (PSD), continua em busca de aumentar o arco de partidos que apoiarão sua candidatura ao governo de Minas. Os próximos alvos são o União Brasil e o MDB.

O União Brasil é mais próximo do governador Romeu Zema (Novo), que inclusive já sinalizou publicamente que pode escolher como vice o deputado federal Bilac Pinto (União).

Porém, Bilac, que já foi o favorito para a vaga, está atualmente no fim da fila, atrás do também deputado federal Marcelo Aro (PP) e do ex-secretário de Zema, Mateus Simões, que é o nome defendido pelo Partido Novo.

O PSD está atento a essa movimentação e já estabeleceu conversas iniciais com o União Brasil, que detém o maior tempo de TV e a maior quantia dos fundos eleitoral e partidário. Há a possibilidade do PSD oferecer a suplência do senador Alexandre Silveira.

Já o MDB inicialmente lançaria o senador Carlos Viana como candidato a governador. Porém, ele trocou a sigla pelo PL do presidente Jair Bolsonaro, o que deu margem para o PSD também estabelecer um contato inicial com o MDB.

O presidente estadual do partido, Newton Cardoso Jr., é mais próximo de Zema. Porém, um dos coordenadores da campanha de Kalil, Adalclever Lopes (PSD), já foi filiado ao MDB e ainda detém influência sobre parte dos quadros do partido.

Até agora, a tendência é que, além do PT, PSB, PCdoB e Rede apoiem a candidatura de Kalil.


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