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A definição do vice na chapa da aliança entre o PT, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PSD, do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, é agora uma questão interna a ser resolvida pelos petistas.

Os dois nomes defendidos por grupos do partido são o do deputado federal Reginaldo Lopes – que até esta semana era o pré-candidato do partido ao Senado – e o do deputado estadual André Quintão, líder do Bloco Democracia e Luta, que faz oposição ao governo de Romeu Zema (Novo) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Uma reunião entre Kalil e os deputados federais do PT está agendada para esta sexta-feira (20) como mais um passo em busca da definição do vice na chapa.

Uma coisa, no entanto, já está definida, não há outras alternativas sendo tratadas neste momento e está descartado um processo para escolha e lançamento de candidaturas próprias para qualquer um dos cargos majoritários em disputa. Antes do avanço das negociações com Kalil, pelo menos dois nomes estavam colocados: o do prefeito de Teófilo Otoni, Daniel Sucupira, e o do ex-prefeito de Betim, Jésus Lima.

Na terça-feira (17), a bancada estadual do PT teve reunião com Alexandre Kalil e foi informado por alguns dos presentes que o nome de André Quintão teria saído como o favorito da bancada. Porém, o PT nega que existam favoritos para a indicação. Segundo o partido, as negociações para a aliança estão sendo tratadas por Reginaldo Lopes e não há ainda uma definição de nomes.

 

 


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