Durante solenidade no Congresso Nacional pelos 40 anos da redemocratização, nesta terça feira (18), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enfatizou que o Brasil não enfrentou, nas últimas décadas, censura, perseguição política, prisões ou exílios motivados por opinião. Ele ressaltou, no entanto, que a democracia é um bem a ser constantemente defendido e que não aceitará o “sequestro das liberdades”.
O pronunciamento ocorreu no plenário da Câmara, ao lado do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e do ex-presidente José Sarney, homenageado na cerimônia.
“Nos últimos 40 anos, superamos as mazelas de um Brasil não democrático. Não tivemos jornais censurados, vozes caladas à força, perseguição política, presos ou exilados por suas opiniões. Não mais, nunca mais“, declarou Motta.
Ele ainda destacou o papel do Parlamento na defesa das garantias constitucionais: “É dever desta Casa e de todos os brasileiros combater injustiças, lembrando que a maior de todas é privar um povo de sua liberdade”.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

