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Belo Horizonte - MG

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Professores de escolas particulares de Belo Horizonte e municípios de abrangência da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT-MG) definiram, em assembleia, que irão paralisar as atividades no próximo dia 24 deste mês.

Conforme informou o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-MG), os educadores rejeitaram a contraproposta de donos de instituições de ensino durante as negociações da campanha reivindicatória deste ano.

Conforme o Sinpro-MG, os empresários querem, além de reduzir o valor do adicional por tempo de serviço, alterar férias e recessos e acabar com as bolsas de estudos para parcela expressiva da categoria.

Entenda

Os professores reivindicam recomposição salarial de acordo com a inflação acumulada desde 2020 e um ganho real de 5% (total de 25,23%), além da manutenção dos direitos previstos na CCT, regulamentação do trabalho virtual, proibição da dispensa coletiva e da contratação precária, entre outros pontos de valorização profissional.

Eles ainda avaliam que, caso o cenário não se altere, será necessário paralisar as atividades por tempo indeterminado. “Os donos de escolas insistem em precarizar as condições de trabalho da categoria, retirar conquistas históricas e desvalorizar a profissão docente. Não aceitaremos retrocessos, e isso foi reiterado pelos professores nas assembleias”, afirmam.

 


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